Cinco dias no Hangar A: o que os pilotos nos perguntaram em Oshkosh
Seiscentos mil visitantes, um stand e as mesmas três perguntas a semana inteira. Eis o que os pilotos queriam saber — e o que respondemos.

A AirVenture terminou por mais um ano. Enchemos o stand 1008 do Hangar A com um sistema Navia completo, um iris EFIS e toda a série iris, e passámos cinco dias a responder a perguntas, desde a abertura do recinto até a exibição da tarde levar toda a gente lá para fora.
Três perguntas que ouvimos todos os dias
A primeira era sobre a modernização do painel. Quase ninguém chega com um painel vazio. O Navia foi feito exatamente para esse caso: o Hub transporta o barramento e os instrumentos juntam-se um de cada vez, na ordem que o seu orçamento permitir.
A segunda era sobre o comando por voz num cockpit ruidoso. Fizemos a demonstração ao lado da linha de voo, com o stand no volume máximo, e aguentou. O reconhecimento acontece no próprio Core Pro, não num centro de dados, por isso também funciona onde não há cobertura nenhuma.
A terceira era a mais franca: o que acontece quando algo se avaria deste lado do Atlântico? Os aparelhos vêm para Celje e, a partir do momento em que damos entrada, pode acompanhar a reparação na sua conta — em todas as fases, com as fotografias que os nossos técnicos tiram.
O que as pessoas levaram para casa
O Colibri X foi o que saiu mais depressa, como sempre. Em segundo lugar, o iris Gen 2 — o ecrã redondo convence muito mais depressa ao vivo do que em qualquer fotografia que lhe tenhamos conseguido tirar.
Obrigado a todos os que passaram por lá e, em especial, aos pilotos que trouxeram fotografias do seu painel. Aconselhar uma modernização é uma conversa completamente diferente com uma imagem em cima da mesa.
Histórias como esta por email — versões de firmware, novos instrumentos e datas de feiras, poucas vezes por ano.